

De forma superficial e generalizada entende-se ensino híbrido como uma mescla entre o que está presencial e o que está on-line, no entanto quando se trabalha com essa abordagem vai-se além desse simples conceito.
Incorporar o ensino híbrido, assim como usar as metodologias ativas exige da escola a adoção de paradigmas que institucionalizam a autonomia como algo inerente a qualquer demanda escolar.
Entendemos que quando um indivíduo percebe e sente o prazer que “aprender” pode lhe proporcionar, entra em um caminho sem volta. A escola é um desses gatilhos que desperta o prazer, por isso precisa ter muita clareza sobre o que seja “formar” e como deseja fazer isso.
Formar é ajudar o indivíduo a integralmente se desenvolver. E como fazer isso? A escola pode fazer de duas maneiras: intencionalmente, com planos e propostas específicas e, pelas suas posturas; no tom da fala, nas abordagens…
O modelo educacional adotado pela escola ou liberta ou aprisiona. Não estou dizendo que um modelo seja melhor que o outro, apenas digo que são posturas diferentes, e a escola precisa definir qual caminho quer trilhar, qual identidade lhe representa.
A escola precisa ajudar a desenvolver as habilidades naturais dos alunos. Além disso, a Start promove também o desenvolvimento de habilidades que serão necessárias nos próximos anos ou décadas.
Janaina Rocha Bocato – Coordenadora Start Anglo